Professor Eduardo Ferraz participa de workshop na Suécia
12 de Jul de 2017
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Sustentabilidade

O evento “Workshop to Train the Trainers on the IAEA’s Analytical Tools for Elaborating Sustainable Energy Strategies” realizado no Royal Institute of Technology (KTH), em Estocolmo, na Suécia, reuniu entre os dias 12 e 23 de junho profissionais com o objetivo de formar multiplicadores para utilização das ferramentas analíticas da agência internacional de energia atômica para elaboração de estratégias energéticas sustentáveis. Entre os convidados estava o professor Eduardo Ferraz, do curso de Administração da Universidade Santa Úrsula (USU) e do Mestrado Profissional em Gestão do Trabalho para a Qualidade do Ambiente Construído (MPGTQAC).

De acordo com Ferraz, durante o evento foi utilizado o software Message para modelagem da cadeia energética dos países.

“O software permite projetar cenários de oferta de energia dos países com o uso de diferentes tecnologias (solar, hídrica, termoelétrica, hídrica, éolica etc) e comparar com a projeção da demanda de energia”, explicou.

“Desta forma, ele auxilia na tomada de decisão para verificar quais tecnologias são mais interessantes para se investir no futuro em termos de custo, sustentabilidade e outros critérios. Além de verificar se a demanda de energia vai ser atendida”, completou o engenheiro.

Ainda segundo o professor, o software utiliza programação linear para apoiar a tomada de decisão na escolha das melhores alternativas de tecnologias para o fornecimento de energia.

O convite para Ferraz se apresentar em Estocolmo foi feito pela agência internacional de energia atômica, que entrou em contato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear.

A apresentação

Durante a apresentação de Eduardo Ferraz, foi feita uma simulação da oferta de energia do país no software Message até 2050 com base nas tecnologias atuais e nas necessidades futuras.

“Essa simulação é de grande importância para a discussão da matriz energética no futuro. Inúmeras perguntas podem ser feitas e o software auxilia na análise e na tomada de decisão após a simulação com dados reais do país”, explicou.

Entre os exemplos de perguntas, Eduardo Ferraz citou quatro. São elas: Quais restrições ambientais vamos considerar no futuro? Vamos reduzir a participação de algumas tecnologias como a hídrica e das termoelétricas? Vamos aumentar a participação de outras fontes como éolica, solar e nuclear? Qual a matriz ótima considerando os custos, as restrições e a demanda?

Sobre a experiência, o professor da Universidade Santa Úrsula a classificou como incrível e apontou a diversidade cultural como um grande diferencial.

“Foram duas semanas exaustivas e de muito aprendizado. O encontro reuniu diferentes países, que foram representados por um participante. Lituânia, Rússia, Suécia, México, Vietnã, Jordânia, Malásia, Argentina, Chile, Brasil e Paquistão”, disse.

Eduardo Ferraz é doutor, mestre e graduado em Engenharia de Produção na Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialista em gerenciamento de projeto formado na Fundação Dom Cabral.

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